sexta-feira, 5 de maio de 2017

Ainda estou viva, para tristeza de alguns e felicidade de pouquíssimos outros.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Não sei se são os remedinhos pra cabeça ou se a estafa de trabalhar e estudar que me fez parar de me importar com muita coisa, mas me foi apontado que tem alguma coisa errada comigo pois tem quatro moscas mortas no meu quarto e mais uns 7 mosquitinhos mortos acumulados no chão e eu não tenho força nem energia pra  recolher.
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Ao escrever isso, percebi que é nojeira demais, levantei e fui limpar porque pelo menos ainda tenho vergonha na cara.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Uma pergunta muito importante

Você considera Hot Dog um sanduíche? Por quê?

Nenhum título


Essa sou eu hoje.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Um sonho violento e um sonho nojento.

Essa noite tive um sonho bem esquisito.
Sonhei que estava dormindo na cobertura de um prédio. Não num quarto nem em uma cama, mas na cobertura de um prédio comercial bem alto, debaixo de uma espécie de marquise, usando um papelão de colchão e um cobertor verde pra me cobrir. Junto de mim estava uma velha que queria roubar meu cobertor porque, segundo ela, eu estava na rua porque queria e não porque precisava. Ela pegava meu cobertor e puxava pra ela e eu gritava bem brava "devolve o meu coberto, véia desgraçada", e ela "pra que você quer ele?" e eu "porque eu tô com frio, demônio". Quando ela se enrolou na minha coberta, eu catei velha, cobertor e tudo, e pendurei do parapeito da cobertura, e a velha ficou pendurada pelos pulsos enrolados na coberta. Eu olhava a velha chorando pedindo pra não morrer e observava as pessoas passando lá em baixo, bem pequenas. Lembro de ter pensado "mato essa velha folgada ou não?".
Não matei, puxei ela de volta e ela me devolveu meu cobertor verde.
Na cena seguinte deste sonho, eu estava tentando descer desse prédio sem ser vista, pegando escadas de incêndio pra tentar escapar de lá ilesa. Consegui sair por uma porta que dava num quintal de terra cheio de galinhas e ovos.
Aí acordei.


Noite passada eu sonhei que estava em um lugar que parecia um corredor, algum pedaço de estação de metrô e um uma parte da minha casa, tudo misturado. Sonhei que tinha um monte de gente indo na mesma direção que eu, quase em fila. Só que eu ia meio que escalando as paredes pra não ter que pisar no chão pois o chão estava coberto de ratos, baratas e aranhas, vivos e mortos (pisoteados), e sangue. Era bem nojento, e eu ficava com muito nojo de pisar alí e, principalmente, de acabar caindo no meio da nojeira toda e acabar pisoteada. Lembro que minha namorada estava junto e eu fazia de tudo pra ela não olhar pra baixo e não cair. A gente tinha que sair dalí.
Aí eu acordei.

domingo, 25 de setembro de 2016

Esses dias eu tava de boa em casa e resolvi dar aquela stalkeada marota numa ex tão ex que as vezes eu até me questiono se ela aconteceu na minha vida mesmo ou se eu apenas delirei. Descobri que esta ex casou há 15 dias com o primeiro namorado dela de épocas do colegial. Véu, grinalda, bolo, festividades e etc etc felicidades aos pombinhos, desejo tudo de bom.
Mas aí eu fui no banheiro dar uma cagada e me peguei cantarolando Gian e Giovani:
"O tempo passou e eu sofri calado
Não deu pra tirar ela do pensamento
Eu ia dizer que estava apaixonado
Recebi o convite do seu casamento
Com letras douradas num papel bonito
Chorei de emoção quando acabei de ler
Num cantinjo rabiscado no verso
Ela disse 'meu amor eu confesso
Estou casando mas o grande amor
Da minha vida é você"

Ri sozinha enquanto dava a descarga.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Estava aqui fuçando a pasta de "coisas que eu salvo para ler depois mas nunca leio" que tenho no computador e achei um negócio sobre reconhecer crianças vítimas de abuso sexual através de sua arte (se alguém quiser este texto, está em inglês, me manda seu e-mail que eu te envio) e bem, no texto fala que alguns sinais do comportamento da criança são indicativos de abuso. Um destes comportamentos é tocar partes inapropriadas dos coleguinhas e, relacionado a isto, o texto contava o caso de uma garota de 9 anos de idade que sempre exibia suas partes para os coleguinhas (no texto, ela era abusada pelo pai e acabava abusando do irmão de 5 anos).
Enfim, ao ler esta parte, tive um flash-back.

1995.
Pré-escola.
Tinha uma menina na minha sala chamada Regina. Regina mostrava pra sala toda o que ela tinha. Você falava "mostra a bunda", ela mostrava. Você falava "mostra a periquita" e ela mostrava. Eu lembro de um dia muito particular em que a vi fazendo isso em plena aula, e os moleques da sala (tudo com seis anos de idade) falando pra ela mostrar X parte e ela abaixando a calça e mostrando.
Não me lembro direito o que aconteceu depois, lembro que a professora percebeu o que acontecia. Lembro que a guria desapareceu da escola por um tempo e não lembro se ela voltou algum dia, deve ter voltado.

Será?

sábado, 3 de setembro de 2016

Tava dormindo e sonhei que pegava um busao com um monte de subxelevridade queja gravou pelo menos 01 Cd na vida. Ai nao sei o que um deles lá falava "ai pq eu nao sei cantar" e eu perguntava "tai, voce SAAAABE que nao canra e mesmo assim quer ir lá e gravar um Cd?? Pra que? Por qie? Faz igual o ari toledo, q queria gravar um cf mas nao sabia cabtar, aibfoi e gravou um de piada".
Fim

terça-feira, 28 de junho de 2016

Eu consegui vencer mais um semestre de faculdade sem perder a dignidade e a sanidade, porém perdi muito cabelo.


Prefiria o cabelo. Dane-se a dignidade, ninguém paga minhas contas.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Uma existência que pode ser porcamente resumida em:
- ter alucinações com animais e insetos, eventualmente pessoas e marcar psicologa, neurologista e uma palavrinha com o homem do centro espírita.

Nunca se sabe.